O Volkswagen Tiguan teve sua produção encerrada em novembro na fábrica de Puebla, no México. A informação foi divulgada pelo sindicato local e divulgada pelo Autoesporte. A mudança marca o início da produção da nova geração do modelo, que já está em andamento e deve ser oficialmente apresentada em janeiro de 2025.
A nova geração do Tiguan, que também é conhecida como Tayron, será destinada principalmente ao México, Estados Unidos e outros países da região. No Brasil, porém, a versão atual do SUV continuará sendo vendida temporariamente até o final de 2025, quando deverá ser substituído pela nova geração.
O Vrum, aliás, testou o modelo, uma das grandes críticas fica pela idade do projeto. E toda essa mudança acaba sendo boa para o Brasil, já que uma nova geração, ou seja, uma nova plataforma, motorização e tecnologias serão embarcadas ao novo modelo.
Atualmente, o Tiguan é comercializado no Brasil somente na versão R-Line, importado justamente do México, como o Jetta GLI. Essa estratégia de manter a geração anterior em alguns mercados geralmente ocorre por dois motivos: ou há um estoque grande de peças disponíveis ou o modelo mais novo apresenta um custo elevado, justificando a permanência do antigo por mais tempo.
Além das mudanças no Tiguan, o SUV médio Taos também terá novidades. A reestilização do modelo já foi apresentada na América do Norte e está prevista para ser lançada no Brasil em 2025. Porém, a grande dúvida fica em relação a produção do Taos, que pode ser transferida da fábrica de Pacheco, na Argentina, onde também é feita a Amarok, para o México.
A atualização seria no visual e pequenas mudanças no interior. Além disso, quem sabe, a motorização 1.5 Evo com eletrificação pudesse vir junto ao modelo e estrear o híbrido da Volkswagen no Brasil.
Com a produção do Tiguan sendo reformulada e a possível mudança na origem do Taos, a Volkswagen sinaliza uma reestruturação importante para seus SUVs no Brasil.
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