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Mercedes-AMG GT 63 S chega ao Brasil por R$ 1,7 milhão

Segunda geração do esportivo chega ao Brasil com 816 cv híbridos e aceleração de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos

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Mercedes-AMG GT 63 S E PERFORMANCE
Mercedes-AMG GT 63 S E PERFORMANCE Foto: Divulgação/Mercedes-Benz

A Mercedes-Benz anunciou nesta quarta-feira (2) que o novo Mercedes-AMG GT 63 S E Performance Coupé chega ao Brasil, ou seja, a segunda geração do esportivo que foi lançado em abril de 2024. O modelo chega por aqui a partir de R$ 1.690.900.000 e é o AMG mais rápido já feito.  

O motor do GT 63 S E Performance tem um sistema híbrido chamado E Performance. Na frente, tem o conhecido motor AMG V8 4.0 litros biturbo. Atrás, entra um motor elétrico de 204 cv, síncrono permanente, ligado a uma transmissão de duas marchas e um diferencial de deslizamento limitado no eixo traseiro. Juntos, entregam 816 cv e um torque de 144,7 kgfm. 

A bateria, de 6,1 kWh, fica sobre o eixo traseiro e usa refrigeração direta – cada uma das 560 células é resfriada individualmente por um fluido especial, deixando ela na temperatura ideal (uns 45°C). Isso garante potência constante, com 70 kW contínuos e picos de 150 kW. O carregamento é por um carregador de 3,7 kW em corrente alternada, via wallbox ou tomada comum. Em modo elétrico puro, roda 13 km (ciclo europeu EAER). Porém, claro, sempre lembrar que a bateria está pela potência e não pela autonomia. 

O motor elétrico dá um empurrão extra nas arrancadas e ultrapassagens, jogando força direto pras rodas traseiras. Se precisar, a tração integral AMG Performance 4MATIC+ manda potência para as rodas dianteiras via eixo cardã. A estratégia vem da Fórmula 1: energia elétrica sempre pronta para entrar em ação, com recuperação alta e recarga sob demanda. 

São oito modos de condução: Elétrico, Battery Hold, Comfort, Slippery, Sport, Sport+, RACE e Individual – ajustando direção, suspensão, som e resposta do acelerador.

A recuperação de energia tem quatro níveis, selecionáveis no volante. No mais alto, dá pra dirigir só com um pedal, já que o carro freia sozinho ao tirar o pé, recarregando a bateria e poupando os freios.

A aerodinâmica é ativa: um perfil de carbono no assoalho, diante do motor, desce 40 mm acima de 80 km/h para aumentar a pressão aerodinâmica. O aerofólio traseiro retrátil ajusta cinco posições dependendo da velocidade e do modo de condução para equilibrar estabilidade e resistência ao ar. Toda estrutura do carro usa alumínio composto, com aço, magnésio e fibras de carbono e vidro, tudo isso para garantir a  alta rigidez e peso baixo. 

Mercedes-AMG GT 63 S E PERFORMANCE
Mercedes-AMG GT 63 S E PERFORMANCE Foto: Divulgação/Mercedes-Benz

O esportivo mede cerca de 4,73 m de comprimento, 1,92 m de largura e 1,35 m de altura, com porta-malas de até 562 litros com os bancos traseiros rebatidos. A configuração 2+2 traz bancos traseiros usáveis.

O cockpit é focado no motorista, com um painel digital de 11,9” em formato retrato, sensível ao toque, rodando o MBUX. O console central tem teclas físicas para volume, assistentes e ajustes.

Mercedes-AMG GT 63 S E PERFORMANCE
Mercedes-AMG GT 63 S E PERFORMANCE Foto: Divulgação/Mercedes-Benz

O sistema de freios é de cerâmica, com discos de 420 x 40 mm na frente (6 pistões) e 380 x 32 mm atrás (1 pistão). A suspensão AMG ACTIVE RIDE CONTROL usa estabilização semiativa de rolamento, com amortecedores hidráulicos interconectados pra reduzir a rolagem da carroceria. A direção ativa do eixo traseiro vira as rodas traseiras em sentido oposto às dianteiras até 100 km/h para ajudar em manobras além de dar mais estabilidade em curvas.